sábado, 16 de outubro de 2010

Esboço - I João 4.1-6 - Testem os espíritos



"Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo. Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo. Do mundo são, por isso falam do mundo, e o mundo os ouve. Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro"



Texto: I João 4.1-6

Tema: Testando os espíritos


Introdução:

Devemos lembrar que João escreve para uma igreja que estava sofrendo intensos ataques dos falsos mestres que haviam saído de dentro desta própria igreja.

Por esse motivo João termina o capitulo 3 desta primeira carta dizendo que conhecemos que somos de Deus, pelo espírito que Ele nos deu.

João nos ajuda a responder algumas perguntas:

- Como podemos saber se verdadeiramente recebemos o Espírito Santo?

- Como podemos saber se alguém fala por intermédio do Espírito Santo?



V.1 (a) – “Não deis crédito” – João pede que tenhamos cuidado, e que podemos discernir entre a verdade e o erro. O termo “espirito” usado por João pode ser usado ou interpretado como “ensinos” ou “ensinamentos”, conforme nos oriente Kistemaker.

Como podemos saber se um ensino é verdadeiro?

V.1 (b) – “provar os espirito” – (Fazer testes de seus ensinos)

Assim como o metalúrgico prova o metal com fogo, devemos provar os ensinos, para que não aconteça o que o Apostolo Paulo adverte ao escrever a Timóteo (I Tm 4.1-2)

Como podemos provar os espíritos, ou testar os ensinos e os ensinadores?

No Antigo Testamento, Moisés usou uma formula ou critério para provar ou testar os ensinos, identificando se eram de Deus ou de um falso profeta (Dt 18.21-22)

Porém será que esse é o único método que temos para testar os ensinos?

Jesus falou sobre este teste em Seu maior sermão sobre o monte cornus de Hattin (Mt 7.15-20). Jesus diz que pelo fruto, conheceremos seus ensinos, e se procedem de Deus ou de falsos profetas.

João usa um outro teste, para nos ensinar a combater os que operam pelo espírito do anticristo.

V.2 – Em primeiro lugar devemos testar a confissão ou profissão.

O que esses mestres professas, ou quais são suas confissões de fé. Uma confissão que vem de Deus, professa que Cristo veio em carne, ou seja como homem. Paulo falou sobre teste semelhante em Corinto (I Co 12.1-3). As Escrituras ensinam que Cristo assumiu uma identidade humana e divina, (Hb 2.14-15 citação), que se esvaziou de Sua gloria e se fez como um de nós (Fl 2. 5-10 citação).

Em segundo lugar João ensina o teste da negação. Esses falsos mestres influenciados pelo espírito do anticristo, alem de terem uma confissão que não está pautada na verdade divina, eles ainda negam essa verdade. E por isso não podem ser de Deus, pois Jesus nos disse que aquele que o negar Ele também o negaria naquela grande dia (Mt 10.32-33).

V.3 – O anticristo é a figura escatológica sombria que virá no fim dos tempos, cujo a caracteristica principal é a guerra contra o povo de Deus e o desejo de ocupar o lugar de Deus. Este virá no poder de satanás, fazendo sinais e prodígios, enganando a muitos e disseminando o erro religioso, até que pode fim será destruído por Deus.

João diz que todo aquele que é reprovado no teste do espírito ou ensinamentos, fala por meio do espírito do anticristo.

V.4 – João mostra o contraste entre os que negam a Cristo e os que são Seus verdadeiros filhos. Pois esse motivo João os chama de forma afetuosa “ Queridos filhos”

João diz que eles já venceram. Essa frase mostra a convicção de que eles não serão enganados, ao seguirem suas orientações

V.5 – A palavra “mundo” neste texto é muito importante, pois tem uma conotação diferente do verso anterior. (Ele aparece 3x neste texto).

Mundo aqui não significa o local ou espaço onde os seres humanos vivem, e sim um sistema ou conjunto de pessoas que são hostis para com Deus e estão debaixo da influencia do anticristo.

João nos alerta que as pessoas são atraídas a esse sistema, as pessoas preferem a maldade, preferem ouvir e viver na mentira, são amantes das palavras que cosam ou ouvidos. Isso é a consequencia do pecado (Rm 5.12) resultado da ira de Deus (Rm 1.16-32)

V.6 – João encera falando: “Nós que somos de Deus” – Significa que precisamos pregar essas verdades. Não devemos somente nos desviar do erro religioso, mas devemos também pregar a verdade.

João diz que os que conhecem a Deus nos dão ouvidos.

O homem vive em um estado de depravação total, perdido e submergido no pecado, de forma que ele se encontra morto no pecado, cego, impossibilitado de se achegar a Deus, amenos que Deus se revele com graça poder e misericordia a ele.

Existe duas formas de se conhecer a Deus:

A primeira é pela revelação natural – Essa é a ideia que as pessoas tem de um criador por meio das coisas criadas. Porém essa revelação não pode produzir salvação.

A segunda é pela revelação especial de Cristo – Essa é graça por meio do redentor Cristo Jesus. E só pode ser transmitida por meio da pregação do evangelho. Por esse motivo precisamos pregar, para levar salvação.

Conclusão:

Precisamos ter discernimento entre a verdade e o erro, para que não sejamos enganados pelos falsos mestres que ensinam influenciados pelo espírito do anticristo.

Devemos permanecer firmes nos ensinos do evangelho, crente de que somos vencedores, pois maior é o que está em nós do que o que está no mundo.

E principalmente devemos anunciar essas verdades. Pois aqueles que conhecem a Deus sempre nos darão ouvidos. Devemos pregar para que o poder do evangelho seja manifesto na vida das pessoas que outrora estavam perdidos no pecado como nós em outro tempo.

Que Deus continue nos abençoando.

Soli Deo Gloria.

Luiz Brito

sábado, 4 de setembro de 2010

O Cristão e a Eleição


O Cristão e a Eleição
Precisamos de uma reforma na política do nosso País

A algum tempo venho observando que os cristãos tem cada vez menos vontade de se envolver em questões políticas e sociais.

Não estou aqui me referindo e nem tão pouco apoiando "pastores" candidatos, pois não acredito que um pastor local conseguiria gerir um Estado ou Cidade e ainda nutrir de forma digna seu rebanho. Porém o que estou dizendo é que não se separa espiritual do social. Após ministrar durante 7 meses a carta de Tiago sobre o púlpito da Igreja Batista Missionária de Campos Elíseos, pude aprender a verdadeira essência do capitulo 2 desta carta, onde o apostolo fala acerca das obras. E de forma resumida posso dizer: "não fazemos obras para ser salvos, mas a fazemos porque já somos salvos", no entanto é impossível separar da vida cristã espiritualidade e aplicação social.

Me preocupo quando vejo alguns irmãos dizendo: "Vou reivindicar! Vou votar no Tiririca!". É claro que não tenho nada contra o Tiririca, pelo contrario, como humorista creio ser ele um dos melhores do País, só me referi como exemplo, e poderia citar tantos outros que fazem do nosso horário eleitoral gratuito uma verdadeira piada.

Ouvir essas palavras de cristãos, é quase que um insulto, pois isso não é reivindicar e sim banalizar toda a história do cristianismo. Será que esses que se dizem cristãos não viram nada sobre a reforma, e como foi difícil para que o evangelho chegasse a outros lugares, levando mudança e avanço social. O Evangelho de Cristo tem poder para mudar vidas, e para mudar toda um Nação.

Como cristãos precisamos usar as armas que nos foi dada para mudar a história de nossa Cidade, Estado e Nação.

Em primeiro lugar devemos orar pelas autoridades, devemos também nos engajar com os problemas de nosso Estado e País, Jesus nos chamou de Sal da terra! Assim como o sal tem a função de conservar a carne, para que ela não entre em estado de putrefação, nós somos chamados para conservar nossa terra, mesmo que ninguém mais esteja interessado em lutar contra as drogas, pedofilia, violência, ou pelas questões sóciais de nosso Bairro ou Cidade. Nós estamos!, pois fomos chamados para isso.

E só existe um lugar onde podemos lutar contra essas questões, e é na política. Por isso no dia 03 de Outubro vote consciente, ore e peça direção a Deus, acompanhe as propostas dos candidatos. Mais uma vez, nós podemos ser canais de bênçãos para mudança do nosso Estado e nossa Nação.

Soli Deo Gloria

 

domingo, 22 de agosto de 2010

Por que o homem não é capaz de voltar para Deus?

Por que o homem não é capaz de voltar para Deus?


Por: Clovis Gonçalves

"Suas ações não lhes permitem voltar para o seu Deus. Um espírito de prostituição está no coração deles; não reconhecem o Senhor”. Os 5:4

As duras palavras ditas por Deus através do profeta era dirigida aos religiosos, ao povo em geral e à família real, sem deixar ninguém de fora: “Ouçam isto, sacerdotes! Atenção, israelitas! Escute, ó família real! Esta sentença é contra vocês” (Os 5:1). As terríveis consequências da Queda não desviam de nenhum filho de Adão. “Todos pecaram e separados estão da glória de Deus” (Rm 3:23). Mas o texto nos mostra que o problema com o pecado não é apenas sua extensão, atingindo a todos os homens, mas também a profundidade em que penetra em cada ser humano, afetando todas as suas faculdades.


As obras impedem de voltar para Deus, Is 59:2


O proceder do homem natural é corrompido de tal forma que ele só faz pecar e pecar. Nem mesmo uma reforma exterior ele pode apresentar de forma consistente, pois “suas ações não lhes permitem voltar para o seu Deus” (Os 5:4a). A prática do pecado se torna um hábito tão natural que o homem quase nunca percebe que sua natureza está dominada pelo pecado. Não raro as pessoas consideram seus pecados como sendo falhas desculpáveis, e as vezes os defendem como uma virtude. Na verdade, estão tão acostumados aos seus pecados quanto se acostumaram à cor da pele. “Será que o etíope pode mudar a sua pele? Ou o leopardo as suas pintas? Assim também vocês são incapazes de fazer o bem, vocês que estão acostumados a praticar o mal” Jr 13:23.

Contrariando os profetas citados, os homens acreditam que é tudo uma questão de escolha, que basta ao homem preferir o bem que é capaz de fazê-lo. Chamam a essa capacidade de livre-arbítrio. Porém, a Escritura não oferece nenhum respaldo a essa filosofia humanista, quando diz que “todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer” (Rm 3:12). Isto é corroborado pela observação e a experiência de cada um, que não consegue encontrar um só homem na história que tenha superado sua inclinação para o mal e vivido sem pecar. E quando olhamos para nós, temos que confessar que o “porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7:19).

O coração é dominado pelo pecado, Mc 7:21-23

Num nível mais profundo, o pecado domina o coração das pessoas, “um espírito de prostituição está no coração deles” (Os 5:4b), diz o mensageiro do Senhor. No Gênesis o diagnóstico divino sobre o coração humano era de que “toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente” (Gn 6:5) e que tal condição não exclui nem as crianças, pois “a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice” (Gn 8:21). As palavras de Salomão sobre o ímpio de que “há no seu coração perversidade, todo o tempo maquina mal” (Pv 6:14) não se aplica apenas a Hitler e a quem esquarteja namoradas, mas também a pais de famílias honestos, pois “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso” (Jr 17:9).

Não é o homem que determina como seu coração deve ser, mas o coração é que determina como o homem é, “porque, como imaginou no seu coração, assim é ele” (Pv 23:7). Um homem sempre procederá de acordo com a natureza de seu coração. Se este for endurecido e mau, então tal pessoa resistirá ao Espírito e procederá de forma contrária à lei de Deus. Por isso que as pessoas dos dias de Oséias não podiam voltar para Deus, pois seus coração estavam dominados por um espírito de prostituição e dominavam o comportamento deles. E é por isso que o homem moderno não pode converter-se a Deus, pois a natureza de seu coração é má e o incapacita para o bem.

O pecado cega o entendimento, 1Co 2:14

O pecado afeta também a mente do homem, cegando-o para as coisas de Deus. “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1Co 2:14). Ao invés de se voltar para Deus “o povo que não tem entendimento corre para a sua perdição” (Os 4:14), ainda mais que “por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes” (Rm 1:28). Outro profeta descreve a cegueira do povo como sendo pior que a dos animais, pois “o boi conhece o seu possuidor, e o jumento, o dono da sua manjedoura; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende” (Is 1:3).

Como “tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas” (Tt 1:5), não são capazes de compreender a mensagem do evangelho. Precisam, antes, ter “iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos” (Ef 1:18), do contrário sua mente irá das trevas presente para as trevas exteriores, sem conhecer a luz do Senhor.

Conclusão

O livre-arbítrio como capacidade do homem se voltar para Deus é uma mentira de Satanás, que assim perverte o evangelho, levando homens a torná-lo persuasivo a defuntos. Pois os pecadores não experimentam outra realidade senão o pecar, tornando a rebelião a Deus um hábito que não podem mudar. Além disso, seu coração que determina suas ações é fonte de toda sorte de males, sendo enganoso e perverso, portanto desinclinado às coisas de Deus. E sua mente é corrompida de tal forma pelo pecado que o evangelho lhe parece loucura indigna de crédito, só aceitando naturalmente se a mensagem for modificada de tal maneira que não se pareça em nada com o evangelho da glória de Deus. Diante disso, eles até “voltam, mas não para o Altíssimo” (Os 7:16). Igrejas lotam, mas corações continuam vazios de Deus, ocupados somente com a prostituição espiritual “porque um espírito de prostituição os enganou, eles, prostituindo-se, abandonaram o seu Deus” (Os 4:12).

Soli Deo Gloria
Clóvis Gonçalves é blogueiro do Cinco Solas e escreve no 5 Calvinistas às segundas-feiras.
Fonte: [ 5 Calvinistas ]

segunda-feira, 7 de junho de 2010

UM ARGUMENTO CALVINISTA

UM ARGUMENTO CALVINISTA




Olá Irmãos, Graça e Paz

A algum tempo tenho arquitetando em minha mente um post sobre o Calvinismo. Ouvi de um professor no seminários palavras acerca do Calvinismo que me deixaram intrigados. As palavras eram mais ou menos assim:

“Não consigo acreditar na doutrina Calvinista, pois imagino alguém chegando diante de Deus, no dia do Grande Trono Branco e dizendo: - Eu até queria ser salvo, mas o Senhor me predestinou para a perdição e sofrimento eterno.”

Tais palavras me deixaram pensativo, imaginando que tipo de Calvinismo tem sido disseminado hoje, pois argumentos como estes não retratam o autentico Calvinismo que conheço.

No dia 04/06/2010 o Professor Augustos Nicodemus postou em seu Blog um artigo com o seguinte tema: “O Calvinismo Segundo Entendo”. Esse post, irá ajudar-me no desenvolvimento da exposição do que acredito como sendo um verdadeiro argumento Calvinista.

Em primeiro lugar devemos entender qual a situação do homem que chegará diante de Deus para julgamento no Grande Dia do Senhor.

O homem (ímpio), encontra-se, num estado de total inimizade contra Deus, sem conhecimento algum das coisas divinas. Porém não foi assim que Deus o criou.

Deus criou o homem para refletir suas caracteristicas, por isso criou o homem sua imagem e semelhança [Gn 1.23-27; Gn 5.1; Gn 9.6; I Co 11.7; Tg 3.9]. Deus criou o homem, um ser moralmente admirável, dotado de inteligência com capacidade de refletir, produzir e governar [Gn 1.28-30]. Porém em determinado momento o a criatura preferiu não manifestar a imagem de seu Criador, refletindo sua própria imagem, dando ouvidos a voz do diabo e se rebelando contra Deus. O Calvinismo crê que Deus embora tenha determinado todas as coisas, a determinou conforme Seus planos infalíveis levando em consideração as responsabilidades morais de suas criaturas.

Essa queda denegriu ou distorceu a imagem que o homem refletia de Deus, o tornando agora inimigo de Deus [Rm 8.7].

O pecado, ou a queda, trouxe ao homem consequencias terríveis. Em primeiro lugar, o homem agora está morto espiritualmente. O pecado de Adão trouxe consequencias a todos os homens, como Paulo descreve em Romanos 5.12 “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram”. Esse texto nos diz que quando Adão pecou, nós pecamos, quando Adão caiu, nó caímos, quando Adão morreu nós morremos.

Essa queda deixou o homem que antes era a imagem de Deus, agora com uma imagem corrompida, sob a culpa, sob o poder do pecado, sob o reino da morte e de satanás, sob a ira de Deus [Rm 3.9; Rm 5.17-21; Rm 1.18-19; Rm 1.24]. Essa queda agora desliga o homem de Deus o separando de Sua Gloria [Rm 3.23].

O homem não está a frente do pecado, e sim com o pecado entrelaçado no âmago de seu ser, o homem está totalmente preso sob o poder do pecado. “Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer, Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus, Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só” Rm 3.10-12

O homem está em um estado de total miséria, ao ponto de não haver nele o menor senso de caminhar em direção a Deus. O homem natural encontra-se, morto no pecado [Rm 5.12; Ef 2.1], escravizado pelo pecado [Rm 7.14; Jo 8.34; Rm 7.23], como objeto da ira de Deus [Ef 2.3], cego da verdade divina [ Ef 4.18], corrompido de consciência [Tt 1.15-16], sem entendimento nenhum de Deus [I Co 2.14], como se não bastasse, o homem também, é inimigo de Deus [Rm 8.7], entregues a todas essas condições sem nenhuma culpa ou reprovação mental, pois está debaixo da justiça de Deus [Rm 1.28]. É por isso que Jeremias escreve “Enganoso é o coração do homem, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” Jr 17.9

O coração do homem é enganoso, porque está sob a natureza caída do pecado, e repleto de toda concupiscência.

Entendendo esse principio bíblico, conseguimos definir que o homem jamais poderia querer voltar-se a Deus por seus próprio méritos. Não existe no homem nada que o faça querer buscar a Deus. Por esse motivo o argumento apresentado pelo professor de que alguém diria diante de Deus: “Eu queria ser salvo...” não passa de baboseira arminiana, pois o homem não busca salvação, o homem não busca a Deus, mas é Deus que pela Sua misericordia atrai pecadores a Sua Graça. O homem por si só jamais poderia caminhar em direção a Deus “querendo ser salvo”, mas é Deus que pela graça e soberania, resgata o homem de seu estado caído, das trevas para maravilhosa luz, por meio de Cristo Jesus.

Efésios 2.1-10

“E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência, Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus, Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus, Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus, Não vem das obras, para que ninguém se glorie, Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas”.

Ele nos resgatou, pois do contrario, não teríamos em nós nenhum desejo de buscarmos a Ele. Esse argumento apresentado de que o homem justificaria sua miséria sob a acusação da acepção de Deus na pré-escolha é totalmente furada, pois todo homem está a caminho do inferno, sem desejo nenhum de voltar-se a Deus.

O homem perdeu sua identidade de ser a semelhança de Deus, e em conseqüência disto estava totalmente contra Deus. Porém agora pela graça de Deus, por meio de Cristo, o homem pode voltar-se a Deus, não por esforços humanos, mas pela graça divina. “Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” Rm 8.29

Não é o homem que se achega a Deus, mas Deus que se manifesta ao homem.

Em João 3, vemos a história de Nicodemos que procurou a Jesus para saber o que deveria fazer para herdar a vida eterna. Jesus lhe responde que é necessário nascer de novo. Nicodemos responde: Como pode um homem já velho retornar ao ventre de sua mãe? É certo que Nicodemos não estava entendendo o que Jesus estava lhe dizendo, porém após Jesus explica que o novo nascimento referia-se ao nascimento do Espírito, e conclui dizendo: - Não se maravilhe disso: Necessário nascer de novo. O vento sopra onde quer, e ouve a sua vos, mas não sabes donde vem, nem para onde vai. Ou seja Jesus estava dizendo que o novo nascimento não dependia de Nicodemos, e sim de Deus. O homem não pode produzir justiça própria, mas Deus que por sua graça atrai pecadores a fé salvífica. É por isso que esse é o primeiro ponto do Calvinismo: DEPRAVAÇÃO TOTAL DO HOMEM.

O Calvinismo diz que o homem não regenerado é absolutamente escravo de satanás, e por isso, é totalmente incapaz de exercer sua própria vontade livremente (para salvar-se), dependendo, portanto, da obra de Deus, que deve vivificar o homem, antes que este possa crer em Cristo.

Continuaremos esse post combatendo outros dois argumentos expressados em sala de aula, após as palavras do professor.

Um deles diz que o Calvinismo mata o evangelismo. O outro diz que o Calvinismo transforma pessoas em robôs. Será que isso é verdade?

"Só usamos o termo "Calvinista" como apelido...A doutrina que chamamos de Calvinismo, é a mesma que encontramos nos escritos de Agostinho, que é a mesma dos escritos do Apóstolo Paulo, que é a mesma ensinada por Cristo...o Calvinismo é o evangelho e nada mais" (Charles Spurgeon)

Que Deus continue abençoando a todos.

Soli Deo Gloria

Luiz Brito.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Minha Igreja Entrou no Reteté!



Como é de conhecimento dos irmãos, amigos e leitores deste blog, sou membro de uma igreja Batista, e não faço disso um motivo de vangloria, pois não podemos nos glariar em nada a não ser na Cruz de Cristo. Mas sinto-me um tanto realizado por fazer parte de uma denominação conficional, que mantem a Bíblia como sua única e exclusiva regra de fé e pratica, defendendo por mais de quatrocentos anos o pilar da reforma “Sola Scriptura”, sendo chamado de “O Povo do Livro”, representado por homens que fizeram a diferença em seu tempo, por sua fidelidade a Deus e a Sua Palavra, tais como: John Bunyan, Andrew Fuller, William Carey, J. L. Dagg, John A. Broadus, C. H Spurgeon, J. B. Gambrell e tantos outros.  
Posso estender esses nomes até Eneas Tognini, que foi dispertando por Deus para levantar a bandeira da renovação entre os batistas. Sem perder a confissão de fé, e mantendo os conceitos calvinistas, o Pr. Eneas Tognini defini o batismo no Espirito Sando como um revestimento para os salvos tranalharem no ministério de Cristo.
Porém nos ultimos dias, percebo que a pregação tem sido negligenciada, ou subistituida por entretenimento, como músicas estravagantes, danças, gestos, teatros e outras coisas importadas do neopentecostalismo.
Algumas igrejas batistas não tem mais a preocupação, em ser uma igreja conficional, pois abriram sua confição ao relativismo dos metodos pragmaticos disponiveis hoje no mercado gospel, perderam a preocupação de ser chamados de “Povo do Livro”, para serem chamados de “Povo do Poder”
Porém eu me pergunto que poder é esse que tem permeado as igrejas batistas do século 21? Movimentos de células, batalha espiritual, e processos de cura interior? Musicos influentes recebendo unção de animais? Pastores com unção de dentes de ouro? Ternos que fazem as pessoas cairem? Isso é poder?
No ultimo sabado recebemos em nossa igreja um grupo de irmãs de outra igreja batista ligada a nossa convenção,neste culto pude ver nosso pulpito declinar da pregação expositiva para os pulos, gritos e linguas estranhas. Eram 21h30 quando as pessoas começaram a cair no chão, outros começaram a pular, rodar, gritar e outras coisas que não consigo definir com palavras. Minha pergunta é: Isso é poder?
Creio que os batistas nacionais estão tão preocupados em ser cheios de poder, que se esqueceram que o verdadeiro poder é a pregação do Evangelho de Cristo [Rm 1.16].  Ser cheio do poder de Deus não está relacionado a cair, gritar, rodar ou imitar animais, e sim a ser fortalecidos para o labor no trabalho da obra de Cristo.
É com muito lamento que escrevo este post. Pois assim como Paulo, não me envergonho do Evangelho, mas lamento pelos evangelicos que se venderam aos movimentos sectários de nossa época. Creio nos pilares da reforma, Sola Scripura, Sola Gratia, Sola Fide, Solus Christus e Sole Deo Gloria, creio no poder do Espirito Santo que fortalece os salvos para o trabalho da propagação do evangelho da graça. Creio que Deus está avivando Sua igreja, não por gritos e manifestações carismaticas, mas pela pregação expositiva da Palavra.
Que Deus possa abençoar a todos.

quarta-feira, 31 de março de 2010

1º Congresso de Jovens IBMCE

Venha participar do primeiro congresso de jovens IBMCE, nos dias 02, 03 e 04 de Abril as 18h30. Contamos com vários convidados especiais, entre bandas de louvor e adoração, e a presença ilustre do Pr. e Professor Elias Lopes, que fará um WorkShop com espaço para perguntas e respostas.
Inscrições e Informações com Luiz Brito:
11 7414-7922

terça-feira, 16 de março de 2010

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu..." Is 9.6

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu.." Is 9.6

O texto de Isaias, é a clara confirmação partindo da boca do profeta de que o Salvador estava por vir. Esse texto declara ou ecoa, a confirmação da promessa de Gn 3.15

Vejo neste texto o Profeta exultando de alegria ao profetizar o nascimento do Messias. Um nascimento sempre nos traz alegria, pois mostra-nos o inicio, a partida para uma nova caminha.

Venho hoje ao meu blog, não para expor um sermão, ou algum artigo apologético, mas para compartilhar com amigos, irmãos, leitores deste blog minha alegria. No dia 14 de Março as 11:43, meu filho Tiago Henrique Nasceu, com 3,520Kg e 50 Cm. Confesso que não resisti quando o peguei pela primeira vez. Foi uma emoção impossível de descrever.

Na noite do sábado as 02:00 da madrugada, minha esposa, começou a sentir contrações. (Nesse dia em especial estavamos dormindo na casa do meu cunhado, pois eu iria ministrar no Domingo pela manhã). Quando as contrações ficaram mais frequente, eu corri para buscar o carro, porém algo totalmente inusitado aconteceu. meu chevettinho 90 não pegou de jeito nenhum. Joguei gasolina no carburador, tentei no tranco, mas não teve jeito.

As 03:40 partimos de taxi ao hospital Santa Joana na Rua Paraiso, onde minha esposa foi submetida a vários testes até ser internada as 07:35.

Irmãos, foi a experiência mais incrivel que já passei. Ver meu primeiro filho chorar ao sair do ventre de minha linda esposa.

Minha esposa recebe alta amanhã 17/03/10, porém o hospital permite visitas a qualquer horário até as 21:00. Nosso quarto é 512, e está no nome de Fernanda Gomes Costa

Vejam as fotos abaixo:
Abrçs, Soli Deo Gloria.








terça-feira, 2 de março de 2010

Comentário do Livro: Vida Cristã Abundante - E. L. Fernandes

Comentário do Livro: Vida Cristã Abundante - E. L. Fernandes


Em "Vida Cristã Abundante", o autor nos trás de forma muito prática o que chamamos de autenticidade do cristianismo. O livro é uma reflexão concisa, porém profunda a respeito dos frutos do Espírito. Embora o livro não seja uma exposição do texto de Gálatas 5, o mesmo traz uma perspectiva amplíssima do que é o Evangelho na pratica. O livro "Vida Cristã Abundante", é um livro que pode ser lido em uma tarde, porém que deveria fazer parte dos projetos de leitura anual de todos os cristãos que desejam sair da mediocridade espiritual imposta pelo evangelicalismo pragmático do neopentecostalismo.

O autor traz 14 princípios fundamentais para seguir uma vida orientada segundo os padrões de Deus em Sua Palavra, princípios esses que nos levam a um verdadeiro avivamento, não de barulho, ou de sacrifícios da "fé" como vemos hoje, mas de caráter cristão. Com uma grande dose de apologética o autor envereda pelos caminhos mais nobres de como viver uma vida cristã autentica.
Enquanto hoje somos bombardeados pelo "evangelho" aguado dos neopentecostalistas, Deus tem levantado homens como arautos para que o verdadeiro Evangelho seja pregado, para que possamos servir como exemplos de caráter e dizer assim como o Apostolo Paulo: "Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê..."

Que Deus continue abençoando o Professor Elias Lopes, para que ele continue influenciando pessoas por meio do ensino, não a arrogância e o desprezo, mais o zelo e a prática do Evangelho de Cristo, definido pelo mesmo como: Caráter!
"Nesta comunhão podemos ser a cada dia, renovados e revigorados a fim de combatermos o combate da vida como quem exulta por saber que a vitória final já esta garantida por Cristo, pois Ele é o Senhor da História" E. L. Fernandes

Odair Rossi - Panelão - Parte I

Odair Rossi - Panelão - Parte I
A partir de hoje será feito um novo segmento de post neste blog. Iremos incluir dicas, trabalhos, resenhas, e atividades do seminário. O intuito é de criar um point na internet, onde os alunos possam obter informações sobre compra de livros, pesquisa de preços, trabalhos e atividades de sala de aula. Além de estender o assunto para as paginas de internet.

Na ultima aula o professor Odair Rossi (Presidente da Igreja Batista do Calvário em Santo Andre, Profº de Homilética e Deão do Seminário Teológico Batista Nacional Enéas Tognini), passou como atribuição dos alunos, um trabalho chamado "PANELÃO", que ele mesmo classificou como sendo um vício para os pregadores.

O Panelão,funciona da seguinte forma:

Os alunos devem ficar atentos, com todas as situações que estão a sua volta, a fim de tirar títulos de mensagens da mesma. O trabalho do panelão deve conter o título da mensagem (tirado de alguma situação), deve conter também a própria situação e um texto bíblico para o qual o mesmo poderia ser aplicado.

Segue abaixo alguns títulos para compor o panelão. Lembrando que nenhum dos títulos postos abaixo será entregue ao Profº Odair Rossi como compondo meu trabalho. Da mesma forma peço que os irmãos, alunos do seminário, não utilizem esses títulos, mas que eles sirvam para ajudar a outros irmãos como exemplo na elaboração do trabalho.

Caso alguns dos irmãos queiram mandar mais títulos para o panelão, peço que coloquem nos comentários.


  • Evangelho ou trem da alegria?  - Bloco de Carnaval 2010 da Igreja Bola de Neve - Mt 16.18

  • Porque não aconteceu como o profeta falou? - Reportagem sobre Nostradamus - Dt 18-21-22

  • 2012! Devo me apressar para casar! - Filme 2012 A profecia Maia - II Pe 3.8

  • Voce conectado com Deus - Comercial do Speedy - Jo 15.7

  • Crente Agente Secreto - Filme 007 - Rm 1.16

  • Crente da Noite – Filme Batmam - Jo 3.1.8

  • Não aguento mais esperar!!! - Aconselhamento de jovens - Gn 29.20

  • Jovem. Não se deixe enganar!!! - Relacionamentos banais sem compromisso "Ficar" - Pv 5.3-5

  • Quem será o maior? - Humildade de pessoas preciosas - Fl 2.3

  • Quem será o maior? - Humildade de pessoas preciosas  - Mt 18.1-3

  • Saia do comodismo! - Funcionários da empresa onde trabalho - Mt 17.4

  • Você estaria disposto a se sacrificar pela humanidade? - Filme: Eu sou a lenda - Jo 3.16

  • Como ser Maria no Mundo de Marta? - Comercial do produto veja "A neura da limpeza" - Lc 10.38-42

  • Que haja em vós o bom perfume de Cristo - Comercial da natura - II Co 2.15

  • Nem todo barulho é Avivamento - Lata Vazia - At 2.1-7

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Baixe os sermões deste blog em áudio Mp3

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Agora além de acompanhar os esboços dos sermões pregados sobre o púlpito da I.B.M.C.E, você também pode baixá-los em áudio Mp3.

Confira o áudio da mensagem: Alegrando-se nas Provações - Tg 1.1-4
Clique Aqui!






Alegrando-se nas Provações.

Tiago 1. 1 – 4

Introdução sobre a carta: Tiago escreve essa carta a judeus / cristãos que estavam dispersos por causa das perseguições dos romanos e de seus próprios patrícios (judeus). Ainda hoje existem muitas controvérsias sobre o autor desta carta. Levando em consideração que Tiago era um nome comum na época. (Uma variação de Jacó). Os três possíveis autores desta carta, escrita cerca de 50 d.C, são: Tiago irmão de João, Tiago de Alfeu (que provavelmente era primo de Jesus), e Tiago irmão de Jesus. Como o primeiro foi decapitado por Herodes (At 12. 2), resta-nos os outros dois. Sendo que a maioria dos estudiosos atribui a autoria desta carta a Tiago o filho de Maria e Jose, irmão de Jesus (Mt 13. 55).

Introdução do Sermão: A introdução do primeiro sermão da série que expõe a carta de Tiago, está totalmente implícita ao primeiro versículo do livro.

V1.
A – “...servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo...” Tiago começa apresentando a autenticidade de seu ministério e sobre sua posição na obra de Cristo. Com esta declaração Tiago expressa o propósito de sua eleição para este oficio. Servo de Cristo! Deixa claro que ele é chamado por Deus para dirigir a Palavra aqueles irmãos.

Veja o restante do esboço clicando no link abaixo:

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Frases de Quem Sabia o que Falar!!!

  • Ao olhar-se no espelho de Romanos 3 verá que está descrito em termos nada louváveis à sua justiça própria, mas ali estará descrito como morto, guiado pelos espíritos malignos, distanciado de Deus, nas trevas, pecaminoso e condenado" (Elias Lopes)
  • “Se porventura conseguirmos atingir uma genuína compreensão desta Epístola [Romano], teremos aberto uma amplissima porta de acesso aos mais profundos tesouros da Escritura.” (João Calvino)
  • “Verdadeiro arrependimento é parar de pecar.” (Ambrósio)
  • "Só usamos o termo "Calvinista" como apelido...A doutrina que chamamos de Calvinismo, é a mesma que encontramos nos escritos de Agostinho, que é a mesma dos escritos do Apóstolo Paulo, que é a mesma ensinada por Cristo...o Calvinismo é o evangelho e nada mais" (Charles Spurgeon)
  • “Um simples cristão com a Bíblia na mão pode dizer que a maioria está errada.” (Francis Schaeffer)